Sexta-feira, 17h40
«Alguma novidade do meu carro?» A resposta está num email, numa pasta, ou na cabeça de um colega que já saiu.
O GesSis foi feito com o conhecimento de quem está dentro de uma mediadora, para que, nesse dia, a sua equipa responda com estados, datas e prazos — e não com «vou ver e depois digo-lhe alguma coisa».
Quero ver o GesSis a funcionarFunciona no navegador, sem instalação. Cada agência tem a sua própria base de dados.
Ninguém muda de mediador por causa de uma renovação que correu bem. Muda por causa de um sinistro que correu mal — é nesse momento que se ganha, ou se perde, um cliente para a vida. E é precisamente aí que muitas mediadoras trabalham com as ferramentas mais frágeis: um Excel, uma caixa de email cheia e a memória de quem estava ao balcão. Reconhece alguma destas cenas?
«Alguma novidade do meu carro?» A resposta está num email, numa pasta, ou na cabeça de um colega que já saiu.
Parado na seguradora há semanas. Ninguém dá por isso — até o cliente ligar, já com outro tom de voz.
Um cliente de quinze anos que não recebeu uma chamada antes da renovação. Já assinou noutro lado.
A extração de um lado, o Excel do outro, linhas cruzadas depois do jantar.
O GesSis não foi desenhado numa empresa de software a adivinhar como se trata um sinistro. Foi construído com o conhecimento de quem lida com isso todos os dias — por isso fala a sua língua: apólices, caducidades, ramos, seguradoras. Não «pipelines» nem «leads».
Nenhuma das cenas acima acontece por falta de profissionalismo. Acontece porque se gerem processos vivos com ferramentas que não avisam, não medem e não se lembram de nada. É esse o trabalho do GesSis.
Estados, datas e prazos em cada sinistro. Parado há demasiados dias, ou à espera da seguradora? O GesSis avisa — antes de ser o cliente a ligar.

Escolhe o cenário — cruzamento, rotunda, parque — arrasta os veículos, marca a trajetória e o ponto de embate. Sem régua, sem rasuras.

Os dados que a ficha conhece aparecem sozinhos, a azul. O que falta fica a amarelo, para preencher no ecrã. Sai um PDF limpo, feito em minutos.

Renovações por data de caducidade, com a antiguidade de cada apólice. E os agregados: quem mais vive naquela morada — cônjuge, filhos, a empresa do próprio.

Importe o ficheiro da extração e o resumo por mês e por consultor faz-se sozinho. Extrato em PDF, enviado por email. Cada consultor vê apenas as suas.

WhatsApp integrado na ficha do sinistro, com modelos aprovados. Quando o estado muda, o cliente recebe aviso automático — e o histórico fica na agência, não no telemóvel de quem atendeu.
Sem exceções. A porta de entrada não fica entreaberta — uma palavra-passe roubada não chega para entrar.
Técnico e administrador: cada pessoa vê e faz apenas o que lhe compete.
Cópias todos os dias, sem depender de ninguém se lembrar. Nos formulários, sabe o que foi alterado, quando e por quem — há sempre uma versão de ontem.
Cada agência tem a sua própria base de dados e o seu próprio endereço. Os seus clientes não partilham casa com os de mais ninguém.
Não há instalação nem servidores: o GesSis funciona no navegador, sem instalação, e começa-se por importar o que já existe — a extração da carteira (por exemplo, do Libax) e o ficheiro mensal das comissões. A agência não para: os sinistros novos entram no GesSis desde o primeiro dia e o resto entra ao ritmo da equipa.
O GesSis não os substitui — importa a extração da carteira e faz em cima dela o que eles não fazem: acompanhar sinistros com alertas quando um processo para, falar com o cliente a partir da ficha, ordenar renovações por caducidade, juntar agregados familiares e fechar as comissões do mês.
E continuam a ter. A diferença é que a conversa passa a viver na ficha do sinistro: qualquer colega a retoma, o cliente recebe aviso automático quando o estado muda — e o seu número pessoal volta a ser pessoal.
Numa base de dados só da sua agência, no seu próprio endereço — não há carteiras misturadas. A autenticação em dois passos é obrigatória, há cópias de segurança diárias e o histórico de versões regista o que mudou. E cada consultor só vê as comissões dele.
O GesSis foi feito dentro de uma mediadora, para quem passa o dia ao balcão e ao telefone — não para informáticos. Abre-se no navegador e copia a rotina que a equipa já tem: o resumo de comissões segue os critérios do seu mapa em Excel e a DAA sai pré-preenchida da ficha. Não é aprender uma profissão nova — é a mesma rotina com menos passos.
Foi para equipas assim que o GesSis foi pensado — mediadoras pequenas, que vivem de renovações e da confiança local. Quanto menos gente tem, menos se pode dar ao luxo de perder um cliente num sinistro mal acompanhado.
Depende do tamanho da equipa e do que fizer sentido para a sua agência — e fica claro logo na demonstração, antes de qualquer compromisso. Sem surpresas nem letras pequenas.
Se leu até aqui, provavelmente reconheceu a sua mediadora nalgum parágrafo. Escreva-nos — do outro lado está quem conhece o dia a dia de uma mediadora por dentro, não um comercial com um guião. Falamos do seu caso concreto: quantos são, como trabalham hoje, o que mais lhes dói — e mostramos o GesSis a funcionar, com calma. Sem compromisso.